Segurança
O Vivapark é seguro? Como funciona a segurança de um bairro sem muros

Sim. O Vivapark é um bairro aberto, com ruas públicas e sem muro, e a segurança foi pensada pra funcionar assim: no lugar da cerca, tecnologia. As entradas leem a placa e o rosto de quem passa, o perímetro tem cerca virtual com câmeras térmicas, as ruas têm pilares retráteis que a central levanta em segundos e uma equipe acompanha tudo 24 horas, em contato com as polícias.
Abaixo, cada camada explicada, e de onde vem cada informação.
24 h
central de monitoramento com equipe dentro do bairro
R$ 2 mi
investidos pela Vokkan no sistema (ND Mais, 2024)
4
polícias integradas: PM, Guarda Municipal, PRF e PF
0
muros e guaritas: a rua já chega vigiada
As camadas, uma por uma
Entradas: placa e rosto
Câmeras de alta performance fazem a leitura da placa e o reconhecimento facial de quem entra. Carro roubado ou pessoa procurada gera alerta na central na hora.
Perímetro: cerca virtual
Câmeras térmicas e sensores de barreira fazem o papel do muro. Quem cruza a linha é detectado de dia e de noite, inclusive nas áreas de mata em volta do bairro.
Ruas: bollards
Pilares retráteis nas entradas. Quando a central identifica um veículo suspeito, levanta os pilares e fecha a rua em segundos, sem cancela.
Totens com câmera
Espalhados pelo bairro, com botão que liga direto na central. É o ponto de socorro de quem está a pé ou de bicicleta.
Central 24 h
Monitoramento contínuo, com análise de imagem por inteligência artificial (comportamento, placa, rosto) e equipe própria dentro do bairro.
Integração com as polícias
A central conversa com a Polícia Militar, a Guarda Municipal, a Polícia Rodoviária Federal e a Polícia Federal, pra achar carro roubado e pessoa desaparecida.
Por que sem muro
O Vivapark foi desenhado pelo escritório de Jaime Lerner como bairro-parque: rua pública, parque aberto, comércio de rua. Muro acabaria com isso. A Vokkan descreve a segurança como integrada e não ostensiva: o morador vê rua e praça, não guarita, e o sistema trabalha por trás das câmeras.
Em janeiro de 2024 o ND Mais chamou o Vivapark de "bairro mais seguro de SC" por causa da tecnologia usada. O sistema é da Intelbras e a manutenção é dividida entre os proprietários pela Conviva, a associação do bairro.
E fora do bairro?
Santa Catarina aparece ano após ano entre os estados com menor taxa de homicídios do país no Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Porto Belo tem cerca de 31 mil habitantes (estimativa IBGE 2025), perfil de família e de veraneio. E, segundo a Vokkan, as câmeras das entradas também cobrem a avenida e o entorno, o que ajuda a vizinhança.
O que isso muda na compra
Quem compara com um condomínio fechado de Balneário Camboriú ou Itapema costuma perguntar primeiro sobre muro. Aqui a segurança é do bairro inteiro, não só do prédio: cada empreendimento tem a sua portaria, mas a rua já chega monitorada. Pra quem compra terreno e constrói casa isso pesa ainda mais, porque é a rua da casa que está coberta, não só o portão.
No Vivapark hoje
528 apartamentos em 10 prédios, a partir de R$ 891.328, e 25 terrenos e casas a partir de R$ 1.418.896, pela tabela da construtora de hoje.
Perguntas frequentes
O Vivapark é seguro?+
Sim. É um bairro aberto, sem muros, protegido por tecnologia: reconhecimento facial e de placas nas entradas, cerca virtual com câmeras térmicas no perímetro, bollards que fecham a rua, totens com câmera e uma central com equipe 24 horas integrada à PM, à Guarda Municipal, à PRF e à PF.
O Vivapark tem muro ou portaria?+
Não. As ruas são públicas. O que existe são entradas monitoradas, pilares retráteis que a central aciona quando precisa e cerca virtual no lugar do muro. Cada prédio tem a sua própria portaria.
Quem cuida da segurança do Vivapark?+
A central de segurança do próprio bairro, com equipe 24 horas, operando o sistema fornecido pela Intelbras. A Conviva, associação do bairro, divide o custo de manutenção entre os proprietários.
A segurança encarece o condomínio?+
O custo é dividido entre todos os proprietários do bairro pela Conviva, e a Vokkan diz que o sistema foi pensado pra ter operação barata. O valor muda conforme o bairro vai sendo entregue; pergunte ao João o número atual.
Fontes: ND Mais, 05/01/2024 (sistema Intelbras, investimento de R$ 2 milhões, integração com as polícias, Conviva); case oficial da Vokkan para o Prêmio Master Imobiliário 2025 (cerca virtual, sensores, bollards, totens, equipe 24 h); IBGE (estimativa 2025); Anuário Brasileiro de Segurança Pública. Não citamos número de ocorrências do bairro porque não há fonte pública pra isso.
